Na #EquipeD construímos o futuro das viagens com criatividade, inovação e impacto. Há mais de 25 anos revolucionamos a indústria de Travel Tech na América Latina por meio da tecnologia e do melhor talento. Nosso objetivo é conectar cada viagem sem interrupções e criar experiências memoráveis para milhões de viajantes na região.
Nossa cultura se baseia em quatro pilares: Equipe, Empreendedorismo, Inovação e Impacto. Somos donos dos nossos projetos, desafiamos o status quo e buscamos constantemente ir além, não apenas melhorando, mas reinventando e escalando o que parece impossível.
Valorizamos equipes fortes e colaborativas, onde diferentes perspectivas impulsionam as melhores decisões. Trabalhamos com alta autonomia e alinhamento, focados em gerar impacto real. Testamos rápido, aprendemos com os erros e escalamos o que funciona.
Temos um novo desafio para quem:
✅ Pensa grande e busca gerar impacto na indústria.
✅ Assume o protagonismo e age com mentalidade empreendedora.
✅ Se move com agilidade, aprendendo rápido e evoluindo constantemente.
✅ Valoriza o trabalho em equipe e acredita na força da colaboração.
✅ Enfrenta desafios com coragem, transparência e foco em resultados.
Sobre a vaga:
Esta não é uma função tradicional de gestão de programas. É uma oportunidade de construir e escalar uma nova forma de operar a vertical Non-Air da Decolar: programas de parceiros desenhados como AI-native desde o dia zero, capazes de ativar, educar e fazer crescer milhares de hotéis.
Você vai liderar o desenho e a execução desses programas, trabalhando com agentes de IA como mecanismo principal de delivery. Onboarding inteligente que se adapta ao perfil do parceiro. Educação contínua entregue sob demanda. Ativação de Other Non-Air (carros, traslados, experiências) escalada por programas estruturados e sinais de dado.
O papel opera em parceria direta com os Territory Managers, que trazem o conhecimento profundo de cada mercado, cultura local e métricas que importam, e com as áreas de Estratégia, Operações e Produto, que sustentam o GTM e o roadmap dos programas. Sua entrega depende de orquestrar essas frentes em torno de programas que rodam em escala.
A régua é clara: transformar execuções fragmentadas em sistemas estruturados e escaláveis que entregam performance consistente entre regiões, com automação no centro.